CEO do Turismo do Dubai Fala Sobre o Futuro do Sector | Dubai Tourism CEO talks about the Future of the Sector

O Dubai é um destino relativamente novo no mapa global do turismo. Não tem arquitectura histórica como Roma ou atrações culturais como Paris. A sua reputação é construída com uma mega cidade global com várias das maiores atrações do mundo.

A cidade procura agora atrair cada vez mais turistas, tendo em vista o ano de 2020, altura em que se realizará a Expo. O seu objectivo é atingir os 20 milhões de turistas.

Com 80% do seu turismo proveniente do mercado de lazer, o Dubai está a investir fortemente em atrações “familiares”, tais como: parques temáticos e actividades ao ar livre. A cidade está também a incentivar hoteleiros a construir hotéis de 3 e 4 estrelas com o intuito de expandir o mercado de viagens.

A skift.com entrevistou o CEO do Turismo do Dubai, Issam Kazim, que falou sobre os objectivos e estratégias da cidade em relação ao futuro do turismo. Aqui apresentaremos um trecho da entrevista que poderá consultar na integra em skift.com

“É importante destacar o facto que temos uma cidade cosmopolita. Temos duzentas nacionalidades a viver em total harmonia lado a lado. Como capitalizamos isto?

Os meios digitais têm-se tornado fundamentais na escolha do próximo destino das pessoas. As redes sociais são as principais fontes, não só de informação mas também de comunicação com o mundo. Oitenta por cento das pessoas que vivem no Dubai não são nativas.” – Issam Kazim

Skift: Dubai é visto como a Disney do Médio Oriente com os seus enormes edifícios, hotéis, centros comerciais e atrações. Mas depois de chegar aqui, percebemos que há uma cultura de arte emergente onde as pessoas vão aos mercados locais ou a pequenos restaurantes. Qual é a a próxima fase do turismo do Dubai? Vão dizer “venha mergulhar na nossa cultura local”?

Issam Kazim: “Nós estamos a preencher o calendário com eventos e festivais. As pessoas estão a começar a ir galerias de arte e cultura. (…)

A Expo é uma boa oportunidade para o mundo ver que não só noticias negativas vêm do oriente, há muita coisa positiva. Esta zona está cheia de energia. Nós queremos que o Dubai seja um sitio onde as pessoas possam vir e experienciar o que a região tem para oferecer.

Identificámos pilares que necessitamos divulgar sobre o Dubai. A gastronomia é um deles, as praias e as aventuras, a forte herança de cultura, arte e a arquitectura.

Skift: Quando falamos sobre turismo, o financiamento e as negociações com os governos estão no top dos desafios das organizações. Este não parece ser um problema para o turismo do Dubai.

Issam Karim: “Mesmo para nós, fazer coisas novas tem de ser bem pensado, planeado e apresentado. É como outro negócio, embora sejamos um semigoverno com o intuito de dar mais agilidade. Ao mesmo tempo, damos a oportunidade de lançar novas ideias para aumentar o turismo.

O maior factor para nós é o facto de haver cem por cento de transparência entre nós e a família governativa. O nosso director geral tem acesso directo ao Sheik Mohammed, por isso se há algo que necessite de uma decisão urgente, podemos reunir com rapidez. Esta é a principal razão pela qual o Dubai tem tido sucesso até agora.

Por vezes, eles apresentam novas ideias e dizem-nos que o Dubai deve focar-se no amanhã. Se queremos que algo aconteça, pegamos na ideia e convencemo-los. De seguida, Sua Alteza irá assegurar que todos estão alinhados no apoio à iniciativa.

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Skift.com interview the Dubai Tourism CEO, Issam Karim, who talked about the goals and strategies of Dubai regarding to tourism future, Here we will present an excerpt of the interview, but you can read it on skift.com.

Dubai is a relatively new player on the global tourism map. It doesn’t have the historical architecture of Rome or the cultural significance of Paris; it’s built its reputation as a global mega-city with enough “world’s largest” attractions.

The city, however, is looking to broaden its appeal as it marches towards 2020, a year when it’s promised itself to reach 20 million tourism arrivals and host the six-month World Expo.

With 80 percent of its tourism still coming from the leisure market, Dubai is investing heavily in family-friendly attractions such as theme parks and outdoor activities. It is also incentivizing hoteliers to build up the three-star and four-star hotels needed to expand its business travel sector.

“It’s so also important to highlight the fact that we have a cosmopolitan makeup. We have 200 nationalities living in total harmony side by side. How do we capitalize on that?

Traditional media served its purpose to a certain point. Going forward, digital has come into the forefront of helping people decide their next destination. Social media is the main source of not just information but also communicating with the world. Eighty percent of people living in Dubai are non-native.” – Issam Kazim

Skift: Dubai has been perceived as the Disney of the Middle East, with its larger than life buildings, hotels, malls and attractions. But once you get here, you see that there is also an emerging arts culture where people are going to local food markets or small independent restaurants. What does the next phase of Dubai tourism look like? Are you going to say come immerse yourself in our local culture?

Issam Kazim: “We’re filling the calendar with events and festivals, trying to nurture scenes such as the underground arts scene which is now bubbling up. People are starting to go to warehouse areas where galleries are popping up. This goes back to something His Highness has said about the Expo, that it’s not an expo for Dubai or for the UAE but for the region.

It’s an opportunity for the world to see that it’s not only negative news coming out of this region, there’s so much positive. The area is buzzing with energy. We want Dubai to be that platform where everyone can come and experience what the region has to offer.

We’ve identified pillars that we need to communicate about Dubai. Gastronomy is one of them, the beach and adventure side of that, a strong arts heritage and culture, the outdoors, architecture, the souks and retail.”

Skift: When we speak to a lot of tourism boards, funding and dealing with the government are at the top of many organization’s challenges. It doesn’t seem like that’s an issue for Dubai tourism.

Issam Karim: Even for us to do new things, it needs to be thought out, planned, and presented. It’s like any other business even though we’re a semi-government organization in order to give us some more agility. At the same time, we’re given the creative license to come up with opportunities to increase tourism seeing as it’s the number one export.

The biggest driver for us is the fact that we have 100-percent transparency between us and the ruling family. Our director general has direct access with Sheikh Mohammed so if there’s something that they need a decision on today, they can meet and get things going right then and there. This is the main reason why Dubai has been successful so far.

Sometimes they come up with ideas and tell us what Dubai should be focusing on tomorrow. If we want something to happen then we pitch that idea, but once we’ve convinced them then His Highness will make sure that everyone is aligned to support that initiative.

Source: skift.com

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