Em Lisboa, um dos mais belos jardins do mundo | In Lisbon, one of the most one beautiful gardens in the world

O jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa, consta do álbum The gardener’s garden, editado pela Phaidon e publicado no passado mês de outubro, como um dos 250 mais belos jardins; com base nesta obra, a edição espanhola da revista de turismo Condé Nast Traveler escolhe os dez melhores e inclui novamente o jardim de Fronteira, referindo que “neste palácio, o homem e a natureza empenham-se em criar um dos mais belos jardins de Portugal”, considerando-o como a “essência portuguesa em verde e azul” e classificando-o como “simplesmente espetacular”.

O palácio, mandado construir por D. João de Mascarenhas, o primeiro marquês de Fronteira, por volta de 1671 ou 1672, como seu pavilhão de caça é um dos mais notáveis elementos da arquitetura civil barroca em Portugal, juntamente com o jardim “à italiana”, no qual se destaca o programa de azulejaria, de temática integralmente profana, como a representação das artes, dos meses e do zodíaco, de cenas galantes e algumas notas humorísticas como as macacarias e a escola de gatos, e um lago monumental, encimado pela galeria dos reis.

The garden of the Fronteira Palace, in Lisbon, is listed in the album The gardener’s garden, published by Phaidon last October, as one of the 250 most beautiful gardens in the world; based on this work, the Spanish edition of the travel magazine Condé Nast Traveler picks the top ten gardens where the Fronteira garden is included, saying that “in this palace, the man and the nature strive to create one of the most beautiful gardens in Portugal “, considering it as the” Portuguese essence in green and blue” and calling it “simply spectacular “.

The palace, built by D. João de Mascarenhas, the first Marquess of Fronteira, around 1671 or 1672, as his hunting lodge, is one of the most notable of the Baroque civil architecture in Portugal, along with the italian garden, in which we may highlight the azulejos, or tiles’program, totally with secular themes, such as the representation of the arts, the months and the zodiac, gallant scenes and some humorous notes as the singeries and the cats’school, and a monumental lake, topped tby he gallery of kings.

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