O mercado chinês resiste à Europa

O crescimento da economia na China e a expansão da sua classe média asseguram o incremento do turismo emissor, conseguindo situar-se como o primeiro mercado mundial tanto em termos de gastos como em número de viajantes.

No ano de 2013, verificou-se um fluxo constante de entradas e saídas na China. Desta forma, atingiu o “rótulo” de um dos “destinos mais visitados do mundo”, colocando-se na 4ª posição do ranking. Contudo, no âmbito emissor lidera a 1ª posição com 97 milhões de viajantes, mais 16,8% do que no ano anterior. Agilizar o processo de concessão dos vistos e oferecer mais facilidades para a obtenção de passaporte, a protecção dos direitos e interesses dos viajantes no estrangeiro, a melhoria do sistema de serviço público do turismo emissor, a promoção de um comportamento cívico pelos turistas do país, a estandardização da comercialização e a operação turística, são factores que tiveram grande proporção nos números referidos anteriormente.

Em Abril de 2013 surgiu na China a Lei do Turismo, que estimula o turismo e protege os direitos dos turistas. Neste sentido, existe um parâmetro em que será “ilegal obrigar os turistas a fazer compras”. Até ao momento, era bastante comum neste país a organização de viagens a preços muito competitivos com a condição de que os turistas efectuassem compras em lugares previamente determinados. O preço reduzido das viagens compensava-se mais tarde com as comissões que as entidades organizadoras recebiam do comércio.

  • Destinos mais visitados:

Macau, Taiwan e Hong-Kong, concentram 68,48% das viagens realizadas pelos chineses. Para além de estes três países, os 10 primeiros destinos dos turistas chineses em 2012 foram Coreia do Sul, Tailândia, Japão, Estados Unidos, Cambodja, Malásia, Vietname, Singapura, Rússia e Austrália. 90% do mercado emissor chinês é dominado pelos países asiáticos.

  • Principais tendências:

As 3 principais tendências de consumo no mercado emissor chinês, segundo afirma o relatório do Turespaña são independência, autonomia e internacionalização. Outro aspecto que se concluiu do relatório anual do Hotels.com, é que 62% prefere viajar de forma independente e não como parte de um grupo.

  •  O que procuram?

As viagens ao estrangeiro dos chineses não seguem as pautas dos mercados tradicionais. Os motivos que os empurram a sair são a ostentação de riqueza, o êxito social, as compras. Não se sentem atraídos pelo turismo de sol e praias , destaca-se mais o ócio cultural, o meio ambiente e, sobretudo, as compras.De acordo com a  Global Blue, os turistas chineses representam 26% da facturação do mercado do shopping a nível mundial.

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